Hepatite
A hepatite é causada por um vírus que danifica o fígado. A hepatite A é adquirida por meio de fezes contaminadas, alimentos infectados ou relações sexuais. Hepatites B e C são transmitidas por meio de fluidos do corpo durante o ato sexual, transfusão de sangue ou consumo de drogas.
Mesmo após o tratamento, os vírus continuam no corpo e podem comprometer a saúde. Em alguns casos, o fígado é destruído, ocasionando a cirrose hepática.
Em muitos casos, a hepatite não apresenta nenhum sintoma. Quando o faz, sintomas precoces incluem dor muscular generalizada, febre, icterícia (pele amarelada), náuseas, urina escurecida, diarréia e vômitos. Os sintomas podem permanecer no paciente por vários dias ou até meses.
Tratamento e prevenção
Para os casos de hepatite A, o tratamento compreende alívio dos sintomas. Pessoas com hepatite B ou C devem ser encaminhadas ao especialista para seguimento adequado realização de exames. O tratamento envolve medicações, além de se evitar álcool e remédios que podem ser tóxicos ao fígado.
Se uma pessoa estiver sob algum risco de adquirir hepatite, a vacinação é o melhor caminho para a prevenção. Para evitar todas as formas desta grave doença, é preciso praticar sexo seguro, limitando o número de parceiros(as) e usando preservativos, e não fazendo uso de drogas, piercings ou tatuagens.
A hepatite A desaparece sem tratamentos específicos. A hepatite B também pode desaparecer, mas a hepatite C quase sempre permanece no corpo. Quando as hepatites B e C permanecem, elas continuam a ser transmitidas para outras pessoas. Com o tempo, a hepatite pode trazer danos ao fígado, cirrose e até câncer. Como resultado final, o transplante de fígado pode ser necessário.
HIV e AIDS
O HIV é um vírus que pode ser adquirido através dos fluidos do corpo durante o sexo, transfusão de sangue contaminado ou consumo de drogas, por meio de seringas e agulhas contaminadas. Ele enfraquece o sistema imunológico e o corpo não consegue se defender contra as infecções. Ainda não existe cura para o HIV. Porém, o tratamento é eficiente e auxilia as pessoas a sentirem-se melhor além de ser possível conseguir uma maior sobrevida.
Inicialmente a presença do HIV no organismo pode não gerar sintomas, ou estes podem se apresentar como uma gripe. Dores de garganta, resfriados, febre, transpiração durante o sono, cansaço excessivo, dores de cabeça, manchas no corpo e dores musculares podem ocorrer. Os sintomas desaparecem após semanas ou meses. Algumas pessoas podem permanecer sem sintomas durante anos.
Pessoas dos grupos de risco (uso de drogas, promiscuidade sexual, transfusões de sangue) devem fazer o teste do HIV. Se necessário, o tratamento poderá ser iniciado precocemente. O tipo de tratamento dependerá dos resultados de exames. Os antibióticos e as drogas antivirais são os medicamentos mais comumente empregados.
Para evitar a contaminação com o HIV, é necessário limitar o número de parceiros(as), usar preservativos de látex e não fazer uso de piercings, tatuagens e drogas.
Pessoas com HIV apresentam maior propensão a contrair infecções oportunistas. Com o tempo, o paciente portador de HIV pode desenvolver a AIDS propriamente dita, com comprometimento do sistema imune. As infecções da boca (presença de fungos), além das meningites e pneumonias denotam o quadro de AIDS. Essas complicações podem ser letais. Na gravidez, o HIV não tratado é transmitido ao bebê.
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